Chamados para amar

Quando olhamos para estes quadros da igreja primitiva vemos uma realidade onde nós queremos estar, são realidades contangiantes que apetece imitar ou recriar nos nossos contextos.

Nestes dois excertos que acabámos de ler existem expressões de realce como “todos os que creram estavam juntos” em Actos 2:44, esta expressão parece transparecer a ideia que os crentes prosseguiam juntos em comunhão íntima. Outra expressão que nos chama à atenção é: “a multidão dos que creram era um coração e uma alma” (2:44). Existem duas ideias chaves que eu queria realçar nestas duas expressões. Em primeiro lugar era o amor que existia entre os crentes e em segundo lugar a persistência nesse mesmo amor. O amor entre os crentes na igreja primitiva não era um evento, mas sim uma atitude que persistia.

Gostaria de compartilhar quatro ingredientes essenciais que geravam este clima de amor contangiante.

Chamados para amar

Persistiram na comunhão (2:42)

A ideia de comunhão estava ligada com o facto dos discipulos de Jesus estarem juntos no amor, na fé e no encorajamento.
Na igreja primitiva a ideia de comunhão estava ligada directamente à ideia de compartilhar, e o “objecto de partilha” era Deus. Deus estava presente e toda a comunidade compartilhava do seu Espirito.

1ª conclusão: Expressar amor participando da comunhão com os irmãos não é um evento na igreja, mas sim uma atitude que deve persistir.

Persistiram no partir do pão (2:42, 46)
O texto refere duas vertentes distintas. Uma primeira refere-se à ceia e a outra a refeições comuns que os crentes tomavam juntos.
O texto revela que o “estarem juntos” não era uma obrigação pelo facto de terem vendido tudo e não terem para onde ir, o texto realça que havia alegria quando tomavam refeições juntos.

2ª conclusão: Expressar amor “partindo do pão” com os irmãos não é um evento na igreja, mas sim uma atitude que deve persistir.

Persistiram nas orações e no louvor a Deus. (2:42, 47)
A Bíblia incentiva-nos em vários lugares a orar pelos nossos irmãos. Não é raro encontrarmos Paulo a pedir orações a outros crentes, na carta aos Efésios é vísivel pelos menos duas orações de Paulo pelos crentes desta igreja. O livro de Actos dá um ênfase enorme à oração no seio da igreja primitiva. As orações faziam parte do cerne da vida daqueles crentes.

3ª conclusão: Expressar amor orando pelos nossos irmãos não é um evento na igreja, mas sim uma atitude que deve persistir.

Persistiram em auxiliar o próximo. (2:45, 4:33-35)
Esta declaração de que não havia nenhum necessitado dentro da igreja era aquilo que eu queria destacar. Esta declaração leva-nos a dois pontos: Em primeiro havia abertura na igreja para as pessoas darem a conhecer os seus problemas e em segundo havia disponibilidade para ajudar.

4ª conclusão: Expressar amor auxiliando o irmão não é um evento na igreja, mas sim um gesto que deve persistir.

IVN: Expressar amor não é um evento na igreja, mas sim uma atitude que deve persistir.

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