“Como gente grande”

A TVI apresentou no dia 15 de Junho uma excelente entrevista sobre a relação cada vez mais estreita entre os adolescentes e a diversão nocturna.

“Os adolescentes exigem cada vez mais liberdade e não são os poucos que com menos de 15 anos enchem locais de diversão nocturna, usam e abusam do álcool e iniciam uma vida sexual activa. Do outro lado temos os pais que não querem ser os “maus da fita”, procuram acompanhar os tempos modernos e muitas vezes não têm coragem de dizer não.” Introdução à entrevista

A TVI foi para a rua e entrevistou pais, adolescentes, jovens e especialistas sobre o assunto para entender o comportamento e a mentalidade cada vez mais precoce dos “adolescentes do novo milénio”. Veja aqui o resultado.

3 comentários to ““Como gente grande””

  1. Alguns já apelidam esta geração de \”geração do vazio\”. É uma geração que está em constante busca, seja no prazer, espiritualidade, bens materiais, etc.
    O que vemos nesta entrevista é algo alarmante, muitos destes adolescentes estão à procura na bebida, drogas e sexo o preenchimento desse vazio sem olhar a limites. O pior é que muitos pais (que abdicaram dos valores cristãos transmitidos pelos seus antepassados) sentem-se impotentes perante esta situação.

    \”Afirmou-lhes Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna. João 4:13-14

  2. É muito interessante verificar que já nem mesmo descrentes apoiam a direcção que a sociedade está a seguir.

    Muitos fenómenos entram num “movimento pendular”, movimentando-se de um extremo para o outro, ou seja, neste caso, passou-se de uma cultura conservadora, autoritária e com quase ou nenhum diálogo, para uma de laissez faire e de substituição de papéis parentais por outro tipo de papel. O tipo de relações de parentalidade laissez faire, muitas vezes, é adoptado em nome de uma “cultura de diálogo” ou de valores de proximidade de relação com os filhos.

    O perigo está na iniciação que fazem – e que lhes é permitido fazer – em práticas de adultos, que se sabem superficiais e prejudiciais.

    A própria sociedade já está a notar o movimento… a questão é, mas qual vai ser a direcção que vai tomar a seguir?

    Será possível que voltem atrás e adoptem valores cristãos (Ef 6:1-4)? ou estaremos a olhar para um caminho multidireccional em que cada um irá adoptar o que achar melhor? Que influência podem ser os cristãos neste cenário e como pode ser essa influência exercida?

    A reportagem foi muito interessante e pertinente, a meu ver.

  3. Obrigado pelo comentário.
    São questões que nos deviam incomodar a todos.

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